
Olá!
Esta sou eu antes de nascer!
Sabem que durante muito tempo acreditou-se que a vida intra-uterina era uma etapa responsável apenas pelo desenvolvimento físico da criança. O útero materno representava um lugar isolado, no qual o bebê parecia estar inacessível aos estímulos externos, protegido pelas camadas abdominais. Pensava-se que a criança, neste lugar, permanecia em estado de plena satisfação e felicidade, desconectada dos pensamentos e sentimentos da mãe. Contudo, a sensação vivenciada pela gestante de que existe uma reciprocidade de sentimentos entre ela e o bebê, deixa de ser apenas uma impressão e passa a ser um fato comprovado. A mulher grávida exerce sobre seu filho um papel fundamental na constituição de sua personalidade antes do nascimento, influenciando-o com seus pensamentos e sensações e, assim, tem a possibilidade de contribuir para o desenvolvimento de um ser humano menos desprotegido e psiquicamente mais saudável. Observou-se que “o feto pode ver, entender, tocar, degustar e mesmo, a um nível muito primitivo, aprender in útero (quer dizer, dentro do útero, antes do nascimento). Mais importante, ele é capaz de sentimentos menos elaborados que os adultos, é lógico, mas bem reais” (VERNY, 1989, p. 3). O modo pelo qual o indivíduo se relacionará com a vida depende, em grande parte, das sensações recebidas no útero. A mãe é a principal responsável pela transmissão dessas sensações, a partir das quais se forma sua personalidade.
Mãe, sabes que os pontapés que te dava eram amigaveis, e as noites que não te deixava dormir era porque queria a tua atenção!
Por isto tudo, obrigado Mãe por me fazeres feliz estes ultimos 9 meses!!
Esta sou eu antes de nascer!
Sabem que durante muito tempo acreditou-se que a vida intra-uterina era uma etapa responsável apenas pelo desenvolvimento físico da criança. O útero materno representava um lugar isolado, no qual o bebê parecia estar inacessível aos estímulos externos, protegido pelas camadas abdominais. Pensava-se que a criança, neste lugar, permanecia em estado de plena satisfação e felicidade, desconectada dos pensamentos e sentimentos da mãe. Contudo, a sensação vivenciada pela gestante de que existe uma reciprocidade de sentimentos entre ela e o bebê, deixa de ser apenas uma impressão e passa a ser um fato comprovado. A mulher grávida exerce sobre seu filho um papel fundamental na constituição de sua personalidade antes do nascimento, influenciando-o com seus pensamentos e sensações e, assim, tem a possibilidade de contribuir para o desenvolvimento de um ser humano menos desprotegido e psiquicamente mais saudável. Observou-se que “o feto pode ver, entender, tocar, degustar e mesmo, a um nível muito primitivo, aprender in útero (quer dizer, dentro do útero, antes do nascimento). Mais importante, ele é capaz de sentimentos menos elaborados que os adultos, é lógico, mas bem reais” (VERNY, 1989, p. 3). O modo pelo qual o indivíduo se relacionará com a vida depende, em grande parte, das sensações recebidas no útero. A mãe é a principal responsável pela transmissão dessas sensações, a partir das quais se forma sua personalidade.
Mãe, sabes que os pontapés que te dava eram amigaveis, e as noites que não te deixava dormir era porque queria a tua atenção!
Por isto tudo, obrigado Mãe por me fazeres feliz estes ultimos 9 meses!!
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